PsicoAjuda é referência cientifica

PsicoAjuda é referência cientifica de pesquisa brasileira

Em Psicologia adolescentes por Elisabete Condesso

Artigo da PsicoAjuda é referência cientifica do trabalho de pesquisa realizado por 5 estudantes brasileiros da licenciatura de direito. É gratificante saber que o nosso trabalho na PsicoAjuda também tem ajudado os nossos amigos brasileiros do outro lado do Atlântico na melhor compreensão da psicologia.

Artigo brasileiro é o resultado da pesquisa de 5 estudantes universitários

PsicoAjuda é referência cientifica, sendo o nosso artigo “Impacto da separação nos filhos adolescentes” uma das principais referências do artigo cientifico brasileiro sobre a psicologia aplicada ao direito (pode descarregar o artigo na integra no link que se encontra no final deste artigo).

Este artigo brasileiro é o resultado da pesquisa de 5 estudantes do curso de direito sobre o impacto psicológico nos adolescentes causado pela separação dos pais. É um tema bastante pertinente para os estudantes de direito, uma vez que na atual sociedade moderna, os casais em processos de divórcio, cada vez mais, recorrem aos tribunais como forma de resolverem as suas divergências, sobretudo no que toca à custodia dos filhos. Nesse sentido, este artigo é um importante contributo para os profissionais do direito da família, sejam eles advogados ou juízes, na compreensão do impacto da separação nos filhos adolescentes. Deste modo, poderão estar mais bem preparados, por forma a agirem de forma mais apropriada, com estratégias que possam ser mais bem-sucedidas e que possam minimizar os efeitos negativos causados pela separação dos casais.

PsicoAjuda é referência cientifica com múltiplas alusões

Ao longo deste artigo cientifico brasileiro, são feitas diversas alusões ao nosso artigo, pelo que a PsicoAjuda é referência cientifica, com especial destaque dos seguintes pontos: 1) o sentimento de divisão dos filhos em relação aos pais, quando estes decidem separar-se; 2) o posterior sentimento de abandono causado pela falta de disponibilidade dos pais; 3) quadro geral de fragilidade e sofrimento do adolescente; 4) o elevado nível de conflito entre os pais tende a agudizar de forma considerável as consequências e os impactos negativos.

O artigo conclui com uma citação ao nosso artigo: “Condesso (2016) assegura que o impacto da separação nos filhos adolescentes é profundo, causando alguns danos, em função deles viverem este acontecimento com grande intensidade, gerando impactos psicológicos expressados através dos sentimentos, como angústia e desgosto.”

PsicoAjuda é referência cientifica - adolescente angustiada com a separação dos pais

Adolescente angustiada com a separação dos pais

Agradecimento e parabéns ao coautor do artigo, Roberto Rodrigues Leal

Roberto Rodrigues Leal é um dos estudantes autores deste estudo. Tomou a iniciativa de entrar em contacto com a PsicoAjuda e a partir de aí iniciamos um diálogo que culminou com a publicação deste artigo (bem como incluímos o acesso ao artigo original brasileiro).

Importa referir que Roberto Rodrigues Leal é estudante do Curso de Direito na UNIR, Universidade do estado federal de Rondônia (estado brasileiro localizado na região norte, que faz fronteira com os estados de Mato Grosso e Amazonas, e tem fronteira com a Bolívia).

Cumpre-me agradecer ao Roberto Rodrigues Leal pela amabilidade e disponibilidade demostrada. Endereço-lhe os meus sinceros parabéns pela excelência do seu trabalho demonstrado no artigo cientifico de que é coautor. Um agradecimento especial por ter acedido que o artigo de que é coautor possa estar disponível no nosso site.

Pode descarregar aqui o artigo original brasileiro “OS IMPACTOS PSICOLÓGICOS EM ADOLESCENTES FILHOS DE PAIS SEPARADOS”.

Elisabete Condesso / Psicóloga e Psicoterapeuta

© PsicoAjuda – Psicoterapia certa para si, Leiria

Sobre o Autor

Elisabete Condesso

Directora clínica da PsicoAjuda. Psicóloga clínica e Psicoterapeuta. Licenciada em Psicologia Clínica pela ULHT de Lisboa e com pós-graduação em Consulta Psicológica e Psicoterapia. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos. Título de especialista em “Psicologia clínica e da saúde” atribuído pela Ordem dos Psicólogos.